SBSR foi um "festival" com muitas nódoas, escapando a actuação dos The Killers que, convenhamos, compensaram a noite a toda a gente. Tanto em The Walkmen como em Mando Diao, pareceu que o som não estava ao seu melhor nível, já para não falar das péssimas actuações de Brandi Carlile e Duffy, que devem ter feito muitos casais felizes, mas não é de todo o espírito nem o objectivo deste festival. Mas acima de tudo falhou a interacção de todas estas bandas com o público e vice-versa e foi isso que me chocou. Um alemão que esteve num festival há 2 semanas no seu país, onde ouviu por exemplo, Mando Diao, disse-me que não queria acreditar no que estava a ver: não havia uma única pessoa a saltar. Isto para não falar das filas intermináveis para as casas de banho e para as comidas.
Faltou cartaz e faltou organização.
Valeu isto:
A interacção desta banda com o público é incrível, muito por culpa de Brandon Flowers, que é exímio em palco. Em (quase) todas as músicas há refrões que fazem qualquer pessoa ter vontade de tirar os pés do chão e dão a entender que estão mesmo a gostar do concerto (a repetição de Spaceman é prova disso).
Concerto memorável este dos The Killers, que conseguiram manter alguns interessados no nome "Super Bock Super Rock" para o próximo ano, mas até quando?
Dois dos grandes momentos altos do SBSR serão quando estas duas músicas começarem a tocar.
Ficam aqui alguns apelos para o dia de sábado:
- Que Brendon Flowers e a sua banda não se foquem muito no último cd (sff) principalmente nesse novo single (human) que é o maior aborto feito por estes senhores. - Que o palco esteja colocado de maneira a que se possa ver o rio. - Que haja duas desistências de última hora: Duffy e Brandi Carlile, para que as outras bandas possam tocar o tempo que quiserem.
Her grandma was an old hippie. We hung out the summer in the trailer next to her house in the fields. My girlfriend learned from granny all about drugs instead of playing with dolls. And me? I was just bored and naive. Anyway, one day the foam was coming out of my mouth and I felt I overdosed. After they kicked me out of the hospital, cause I couldn't pay the bill, grandma welcomed us. Her only comment, smoking a joint, was: "You gotta change your dealer".
Sempre ouvi dizer que é nos momentos que menos se espera que reside o maior grau de felicidade de uma pessoa. O momento em que percebi que esta senhora ia fazer um cover de Kings of Leon foi um deles. É difícil de descrever, mas foi sem dúvida o melhor momento do festival!
Como é que, depois de três dias seguidos de festival, a dormir pouco e a beber muito, a descansar pouco e a dançar muito, se passa uma segunda-feira da melhor forma?
Das 10h às 18h10 no tribunal do Parque das Nações não é de certeza.
Provavelmente é devido ao meu (excesso de) sportinguismo que faço este post, mas gosto sempre de distinguir boas capas.
Esta é uma delas.
Há várias capas de jornais que vão ficando na memória, como aquela: "Totti no Benfica" e no dia seguinte "Tote no Benfica". Ahh!!Afinal era o Tote. Quaise!
Imaginar capas de jornais também não é mau. Quem de nós não as imagina associadas a nomes de jogadores quando estes decidem jogos? Pena que estes jogadores de nomes porreiros não consigam ser bons. Exemplos: -Balboa (a capa seria obviamente "K.O.") -Bueno ("Tomalo Bueno") -Rabiola (......) -Etc.