sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

Um jogo para recordar.

Imaginem o seguinte cenário:

Onze para onze. Onze homens alemães contra onze mulheres espanholas. Duas substituições para cada lado.
Tudo começa com os jogadores a trocarem olhares e piscares de olho, seguido de umas danças esquisitas em forma de revienga, sem antes se sentarem nos respectivos bancos para beber um copo.
Os jogadores de cada equipa abraçam-se nas marcações e muitos caiem conjuntamente ao chão. O jogo torna-se muito físico. Demasiado físico.
Os adeptos gritam: "Vai pa casa!!".
Os jogadores obedecem.

Resultado: 14 golos.

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

"Jornal" A Bola

Ora aqui está uma notícia que espelha o que se anda a fazer neste jornal.

Rock is Religion

(speak the language of Gods)






Não podia concordar mais com a mensagem desta campanha, mesmo sendo para uma escola que dá aulas ingês. É uma ideia bastante fora e pode muito bem não ser perceptível por todos, mas quem percebe e não fala bem inglês tem de se sentir minimamente atingido. E se por acaso não se sentir, pelo menos ao olhar para o Keith Richards fica curioso na mesma.
Bom mas espero que esta campanha seja destinada apenas aos que já falam inglês e querem apenas melhorá-lo, senão temos um grave problema!

Mário




"Tenho de dizer uma coisa: todas as vezes que venho aqui a Verona o público dá-me sempre nojo."

Para mim, esta é uma das grandes promessas do futebol mundial. Não nego que é um ser detestável, nem que apetece dar-lhe um par de chapadas a cada segundo que passa, mas temos de nos abstrair de tudo isso e ver que as suas qualidades futebolísticas estão claramente acima da média.
Veremos se psicológicamente estará preparado para se tornar num grande jogador de futebol.
Para bem do futebol, espero que sim.

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

6 de Janeiro de 2010

Diz que hoje é o meu dia. Meu e dos meus amigos.

Pelo menos hoje acordei a sentir-me assim, vá-se lá a saber porquê.

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

Best of 2009


Música:

Álbum
- These Four Walls (We Were Promised Jetpacks)
Música - Death (White Lies) e Edmonton (The Rural Alberta Advantage)e Blood Bank (Bon Iver)
Concerto - ACDC (Alvalade XXI)
Festival - Optimus Alive!

TV e Cinema:

Filme - Inglourious Basterds
Inovação - Avatar (3D)
Série - Californication
Personagem - Hank Moody (Californication) e Ari Gold (Entourage)

Publicidade e Marketing:

Anúncio - Este
Marca nacional - Super Bock
Marca Internacional - Apple

Futebol:

Jogador do Sporting - Liedson
Contratação do Sporting - Matías Fernandez
Jogador - Leo Messi
Treinador - Pep Guardiola
Equipa - Barcelona

São estas as escolhas Nordestinas para o ano que findou. Mais e melhor é esperado para 2010.

Venham de lá essas novidades.

sexta-feira, 1 de janeiro de 2010

Ainda de ressaca gostaria de informar que passei a meia noite na casa de banho, porque me distrai.

Ao menos passo um ano bem aliviadinho.

quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

Ano novo, vida...nova?





Não me tenho em conta como uma pessoa supersticiosa, aliás passo sempre propositadamente debaixo de um escadote na rua e não fico lixado quando vejo um gato preto (a não ser a familia de gatos pretos que decidiu fazer da minha rua e de vez em quando do motor do meu carro, o seu lar), mas admito que dou alguma importância à forma como passo o ano.
Não falo das passas nem de saltar de uma cadeira com o pé direito. Falo sim da forma como passo esse(s) dia(s) em geral.
Dizem que a maneira como se encara o novo ano está espelhada na forma como se passa o seu primeiro dia e eu, como bom fantasista que sou, além de acreditar piamente, tenho alguns argumentos para o comprovar, mas estes terão de ficar nos segredos dos Deuses do Nordeste.
Resumidamente acredito que, por exemplo, se me “safar” oito vezes na passagem de ano, terei um ano repleto de variedade de sexo oposto ou se apanhar uma bezana de caixão à cova, será o ano em que o alcool tomará mais conta dos acontecimentos.
O mesmo acontecerá de forma negativa, daí a pressão a que (interiormente) estou sujeito todos os anos. O simples facto de acreditar nesta “máxima” obriga-me a tentar ter de tudo um pouco, em alguns casos sem abusar, pois se não me safar uma vez, vai ser um ano complicado em termos de miúdas e se não beber muito (ou se beber demais) teremos um problema e por aí adiante.
Em forma de conclusão ficam aqui os meus desejos para 2010 (e consequentemente para a passagem de ano):
- Gajas. Muitas gajas. De todas as raças. De todos os países. De nomes diferentes.
- Mudanças desportivas. As mais radicais mudanças. Tanto pessoais, como gerais. Sporting e Nordeste sempre em forma no ano de 2010.
- O ano de definições profissionais ao mais alto nível.
- Mudança. Something new. Das duas uma, ou muitas coisas pequenas novas, ou uma enorme.
- Não ter meta. A meta, se por acaso existe, irá estar no infinito. Não vou estabelecer metas para o ano que se segue.
- Rir-me todos os dias do ano, tal e qual como tem acontecido nos anos que passaram.

(Não sei se é triste ou se é muito bom contentar-me apenas com 6 desejos para 2010, mas sinceramente, não me ocorre mais nenhum.)

segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

TrêsPorCento e a música portuguesa

Dás a mão e não sentes:



Macaco:



Estes dois videos não têm a melhor qualidade, por isso aqui fica o link do myspace da banda: http://www.myspace.com/tresporcento para se ouvir as músicas como elas realmente são.

Há uns meses atrás lembro-me perfeitamente de dizer, numa certa discussão musical: "não sou grande fã de música cantada em português", mas depois de voltar a ouvir este cd que comprei neste mesmo concerto, comecei a duvidar dessa minha posição.
Os TrêsPorCento fizeram despontar um certo interesse que se manteve escondido nas entranhas do meu cérebro e é por isso que os sugiro. Sugiro-os por saber que poderá haver mais gente a pensar de forma errada (como eu) e que poderá passar a dar mais oportunidades à música cantada em português, que em certas ocasiões vale mesmo muito a pena.

quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

O Natal da Senhora Dona Vitória Segredos



Finalmente um cheirinho a Natal.

Uma carreira acima do que é suposto.



Depois de ontem ler certa notícia em todos os jornais desportivos decidi dedicar um post a este (horrível) senhor: Abel Xavier.

Há muitos jogadores que "passam ao lado de uma grande carreira", mas este (medonho) senhor não só não passou ao lado, como teve uma carreira acima das suas qualidades futebolísticas, tudo por mérito próprio, pois sempre se representou a si mesmo.
A carreira deste (tenebroso) senhor começou no Estrela da Amadora, de onde deu o "salto" para o benfica, em 1994. Após duas temporadas e um titulo de campeão nacional, Abel mudou-se para o Bari. Depois de uma temporada no clube italiano foi a vez do Everton bater à sua porta (ou vice-versa) onde assinou um contrato válido por 3 temporadas, que acabou por cumprir. Do Everton mudou-se para o seu rival Liverpool, onde permaneceu dois anos. Nos três anos seguintes, três clubes diferentes. Galatasaray (02/03), Hannover (03/04) e Roma (04/05) foram os clubes escolhidos por Xavier (sim, ele é que parece escolhê-los e não o contrário).
Na época de 2005/06 mudou-se para Middlesbrough, onde uns meses mais tarde acusou positivo num teste anti-doping, que o deixou de fora dos relvados durante 12 meses, para depois se juntar novamente ao trabalho na equipa do Middlesbrough.
Em Maio de 2007 o caríssimo (e horrendo) Abel muda-se para os Estados Unidos da América, para o clube do momento, que tinha acabado de contratar David Beckham, o LA Galaxy.
Depois de falhar um penalty decisivo (2008) e de ter tido várias discussões com o treinador, o nosso (monstruoso) amigo decidiu sair da equipa.
Pela Selecção Nacional fica marcada a sua actuação no Euro2000, ao fazer penalty no final do período de Golo de Ouro, que impediu Portugal de ir à final. Devido a confusões com o fiscal de linha, ficou suspenso por 6 meses.
Em 2009 Abel (desprovido de beleza) Xavier decide terminar a carreira e converte-se ao Islamismo. Parece que o clube que mais o marcou foi o Galatasaray, onde só militou uma única temporada.
Eis uma brilhante carreira feita por mérito próprio de um jogador/empresário de sucesso.
E agora Abel? Ficas por aqui?