terça-feira, 2 de novembro de 2010

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Do Make Say Think

Olha desculpe, era para viajar enquanto ouço música, se qué's ber. (se qué's ber é o termo que vem em substituição do se faz favor, para quem não sabe)
Os Do Make Say Think, além do nome extraordinário que têm, conseguem satisfazer-nos este pedido.
À medida que vamos ouvindo a sua música, vamos pensando. Vamos pensando em tudo o que nos vem à cabeça. Coisas boas, coisas más, coisas que passaram, coisas que estão para vir.
Não, não é uma banda que move multidões, nem é uma banda que agrada a todos, pois os seus sons são maioritariamente instrumentais, mas se me perguntarem se é ou não uma banda do cacete, o que é que eu respondo?
Claro que sim fodasse!

Aqui fica A Tender History in Rust, uma música que tem contornos de magia. Uma daquelas músicas para desfrutar de olhos fechados (mas sem abichanar).

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Guess who's back.
Back again.
Liedshow's back.
Tell a friend.

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

terça-feira, 19 de outubro de 2010

Precisar e Querer.

Quero porque preciso ou preciso porque quero?
O querer é diferente do precisar.
O querer é um sentimento frágil.
O querer é algo que nos entranha na mente e nos faz tomar um rumo.
O querer é um sentimento inocente. Um sentimento simples.
O precisar manifesta-se através de impulsos.
O precisar é um sentimento que se transforma em posse.
O precisar é desonesto, complexo e sujeito a manipulaçoes.
O precisar é letal.
Quero tanto que preciso ou preciso tanto que quero?
Nenhum dos dois. Quero, mas não preciso.

Playing For Change

Os Playing For Change nasceram de um projecto de cariz social, que tem como conceito unir os povos através da música.
A ideia foi pegar em músicos de países e raças diferentes e -los a cantar o mesmo som em diferentes alturas, para depois juntar tudo numa só música.
Com esta ideia conseguiram a contribuição de cantores famosos, como o Bono (U2) e Manu Chao.
Se só a ideia em si é genial, os sons não lhe ficam atrás.
Estes vídeos tiveram tanta visibilidade e força, que a organização decidiu juntar os diversos membros e fazer disto uma banda que, na actualidade, está em tour por este Mundo fora.
Fica aqui o vídeo onde o criador deste projecto explica o seu conceito e fica também o seu canal de Youtube, onde poderão explorar mais coisinhas boas.

One Love:



Stand by me:



Don't Worry:



War/No more trouble:



Chanda Mama:

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Os traques.

Há várias formas, tipos e sentimentos diferentes ao dar um traque.

A primeira não vem por necessidade mas sim por gozo puro. Normalmente, quando uma pessoa solta um traque aliado a este sentimento, este sai alto e bom som, seguido duma gargalhada da pessoa que soltou o gás e de um comentário cómico ("vai vescá-la!")

Outra forma de soltar um traque é aquela em que o interveniente faz um movimento indesejado pelo seu corpo e, sem querer, solta um traque que, em certas circunstâncias pode ser fatal para o seu estatuto social. Este tipo de traque é normalmente seguido de um sinal de descuido ("ups") e de uma justificação imediata ("juro que me saiu, a sério.")

Mas há muitas mais formas de dar traques. Outro exemplo é aquele em que o interveniente foi para a cama com uma pessoa com quem não está 100% à vontade. Mas depois de uma noite inteira de copos (entre eles muita cervejinha, para avivar o traque), de respirações ofegantes e de meter traques para dentro, o interveniente, se for cuidadoso, desloca-se à casa de banho para soltar o tão esperado traque. Este tipo de traque é seguido de um sinal claro de satisfação ("aaaaahhhhhhhhhhh!"). Se o interveniente não for cuidadoso pode pôr em risco futuras relações com a pessoa com quem dormiu, devido ao facto do cheiro de um traque deste tipo não ser nada agradável.

Temos ainda o traque malandro. Este tipo de traque é solto na sua maioria em locais públicos, como elevadores. O traque malandro é ninja e vem seguido de...nada. É um traque que causa um mau estar entre todas as pessoas que estão no elevador, com a excepção do nosso interveniente. Este mau estar vem de várias razões. Além do cheiro que se faz sentir, ninguém se quer sentir culpabilizado por este traque malandro. Outro dos problemas é que nada é mais desconfortável do que cheirar um traque desconhecido.

Finalmente temos o traque de surra. Este traque é aquele em que o interveninete, por exemplo, ao andar na rua, se deixa ficar para trás propositadamente para soltar o gás. Este traque é normalmente seguido por um olhar para a esquerda e direita, confirmando que ningém observou este momento de magia.

(Gosto da palavra traque. Notou-se?)

Mas às vezes uns desses traques podem correr mal:





terça-feira, 21 de setembro de 2010

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Pessoas comuns

Uma mensagem transmitida da forma mais enriquecedora.
Uma mensagem transmitida com nitidez e boa disposição.
Uma boa mensagem.
Uma mensagem verdadeira.
(não, não é um sms, é uma mensagem)
E que mensagem é essa?
Que as pessoas mimadas nunca serão como as pessoas comuns que lutam por tudo na sua vida, por mais que tentem parecê-lo.

Eis a história:

Conheci-a na Faculdade onde ela estudava escultura. Foi justamente aí que ela reparou em mim.
Disse-me logo que tinha um pai rico, ao qual eu respondi que estava a beber um Rum Coca-cola.
Passados 30 segundos já me dizia que queria viver como pessoas comuns, fazer o que pessoas comuns fazem e mesmo dormir com pessoas comuns, como eu.
Que mais poderia eu fazer? Disse-lhe que ia ver o que conseguia fazer por ela.
Levei-a a um super mercado, não sei bem porquê, mas tinha de começar por algum lado, então começou tudo ali. Disse-lhe para fingir que não tinha dinheiro e ela respondeu-me dizendo que eu era muito engraçado, mesmo vendo eu que mais ninguém se ria senão ela.
Já cá fora perguntei-lhe se tinha mesmo a certeza se queria viver como pessoas comuns, ver o que pessoas comuns vêem e dormir com pessoas comuns, como eu, mas ela não captou a mensagem, apenas sorriu enquanto me dava a mão.
Foi aí que perdi um pouco as estribeiras dizendo-lhe que para isso tinha de alugar um quarto em cima de uma loja, cortar o cabelo e arranjar um emprego, fumar dos cigarros baratos e jogar snooker, fingir que nunca andou na escola mas que mesmo assim nunca iria dar certo, porque quando estivesse deitada na cama à noite, a ver baratas a subirem pelas paredes acima, iria ligar ao seu pai para acabar com aquele pesadelo,
Era por isso que nunca iria viver como uma pessoa comum, nunca iria fazer o que as pessoas comuns fazem e nunca iria falhar com as pessoas comuns falham. Nunca iria ver a sua vida deslizar para fora de vista, ficando apenas com as danças, as bebida e algumas pinadelas, porque não há nada mais para fazer.
Disse-lhe por isso, para cantar comigo, para cantar com as pessoas comuns, porque até se podia integrar.
Disse-lhe também para se rir comigo, para se rir com as pessoas comuns, mesmo sabendo eu que nos estávamos era a rir dela, das coisas estúpidas que dizia, porque achava que ser pobre é fixe.

É por isto e muito mais que eu considero isto um dos melhores sons de sempre.
Absolutamente mágico:


quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Mais e mais Foals. Sem parar. Sem olhar para trás.

I'm the fury in your head,
I'm the fury in your bed.
I'm the ghost in the back of your head.

É impressão minha ou CR7 aprova a 100% a nova contratação do Sporting?